Titanic

2009 October 3
Posted by João

titanic-tickets

Sem querer revelar demasiado, gostava de captar a curiosidade dos que aqui lêem qualquer coisa para uma exposição que decorre na estação do Rossio e que está, semi-literalmente falando, prestes a zarpar. É uma exposição itinerante que atracou em Lisboa em Maio. Apresentações para quê? Titanic diz tudo.

O visitante recebe aquilo que seria o cartão de embarque e pode ver a exposição encarnando um dos passageiros a bordo, cujas informações estão na parte posterior do bilhete. (Quem sabia que o Guggenheim tinha viajado no Titanic? Quem? Quem?)

São inúmeros os artefactos da exposição. Objectos recuperados do fundo do mar. Dirão alguns que é pura obcessão… a meu ver com toda a razão. Mas não deixa por isso de ser envolvente e interessante. Sem esquecer que o fantasma do filme paira sempre sobre nós (não é verdade Teresa?).

Não podia deixar de postar isto dada a minha proximidade com a cantoria associada ao filme. Quem me viu no papel de Dona Célia com o playback do my heart will go on e não se lembra disso, não merece nada na vida! =P

Transcendental

2009 September 12
Posted by João

“o Amor não existe

ninguém o palpa

ninguém o cheira.

mito? engano? fraqueza?

a vida corre num exagero

num profundo exaspero do ser.

palavra Amor

quem a inventou?

quem a sentiu primeiro?

o Amor não existe

ninguém o vê

ninguém o saboreia.

Amor é deus?

é paz?

não!

o Amor não existe

só o que sinto por ti

que me transcende”

PMP

Travelling

2009 April 8
Posted by João

A pedido dos mais atentos cá vai um post.

A escrita tenderá a ser nostálgica quer pelas circunstâncias que me rodeiam, quer pelo som do violino que oiço neste preciso momento. Mas a mensagem é simples e aguardo reacções: Viajar é a melhor coisa do mundo!

N’est ce pas?

A propósito, cá vai um interlúdio de quem viaja neste preciso momento: http://comoapanharlichias.wordpress.com/

Como muitos de vós saberão, estive de viagem nos últimos dias. Revisitei sítios, conheci lugares novos e (sor)ri inúmeras vezes porque estava bem acompanhado.

Cheguei cansado e sonolento. Mas em paz com o mundo.

Neste momento não sei o que sinto. Se por um lado é bom estar de volta, por outro isso significa o cessar de aventura e paródia constantes. O regresso à banalidade dos 21 anos e meio de qualquer rapaz português semi-licenciado. É sempre assim e eu acho que já deviam ter arranjado uns comprimiditos para isto. A solução é fazer planos para o futuro. Acho eu… E eles já estão em agenda (=

Prometo umas palavras mais assíduas e mordazes. Quiçá um sum up da viagem. Que tal?

Beijinhos e abraços